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Notícias

30/06/2009

 
 

TANIA RIBAS - PROMOVE E REALIZA A SUA FESTA OU EVENTO

TANIA RIBAS - PROMOVE E REALIZA A SUA FESTA OU EVENTO

Há mais de 10 anos no ramo temos uma grande "bagagem" em eventos, já tendo realizado centenas de festas.


Operando no mercado de festas e eventos sociais:


•Festa de Casamento


•Aniversários


•Bodas


•Festa de Debutante


•Festa de 15 Anos


•Formaturas


•Eventos para Escolas


•Eventos Para Empresas


•Festa de confraternização


•Festa de Fim de Ano

Contamos com profissionais experientes para orientar ao cliente, sempre a melhor opção de acordo com seu evento, número de convidados, duração, necessidades e etc... para sempre fazer um bom aproveitamento de seu investimento com o que realmente é importante para o evento.


Portanto após essas considerações entre em contato conosco e conheça nossa proposta para a realização do seu evento.

 


Email: taniaribaspromoter@globo.com

 


Msn: taniaribas_2004@hotmail.com

 


Skipe: tania-ribas


Atenciosamente,


Tania Ribas
(Promoter de Eventos)


Escrito por TANIA RIBAS às 11h28 PM
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25/04/2009

 
TANIA RIBAS - PROMOVE E REALIZA O SEU EVENTO EMPRESARIAL . FESTAS DE CONFRATERNIZAÇÃO , ANIVERSÁRIO , FORMATURA E MUITO MAIS

 

CONFIRAM ABAIXO VÍDEOS DE ALGUMAS BANDAS PARA QUE SEU EVENTO SEJA SUPER ANIMADO !

* CLIP DA BANDA "NIL BRASIL"

 

 

 

* VÍDEO DE SHOW AO VIVO DA BANDA "PHOLHAS"

 

 

 

 

E lembre-se antes de finalizar suas consultas com outras empresas, peça um orçamento detalhado ou até mesmo a nossa visita que com a maior agilidade lhe atenderemos .

Certo de uma futura parceria, e no aguardar de seu retorno é que desejamos total sucesso em seu evento!!!

TELEFONES: +5571 3492 - 4193 / 3326 - 7266 / 9998 -1457 / 8238 - 7964

EMAIL: taniaribaspromoter@globo.com

 

MSN: taniaribas_2004@hotmail.com

 

SKIPE: tania-ribas

 

Atenciosamente,

 


TANIA RIBAS
(PROMOTER DE EVENTOS & AGENTE)

 

 


Escrito por TANIA RIBAS às 02h56 AM
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04/04/2009

 
 

A falta de casas de shows em Salvador

A PROMOTER DE EVENTOS TANIA RIBAS COMENTA SOBRE A FALTA DE CASAS DE SHOWS DE SALVADOR Insatisfeito

                 

 

Atualmente, Salvador está passando por sérios problemas em relação ao que chamamos de show business.

A capital baiana, conhecida por sua música e alegria que contagia turistas do mundo inteiro, tem deixado a desejar no quesito “espaço para shows”. Hoje, dois grandes locais na cidade tornaram-se “fixos” quando o assunto é festa.

O Parque aquático Wet’n Wild – Paralela que é nada mais nada menos do que uma área de piscina utilizada como casa de shows e entretenimento para comportar eventos de médio porte e o Parque de Exposições, onde acontecem grandes eventos como o Festival de Verão, vaquejadas e/ou gravações de DVDs etc.

Mas, se olharmos um pouco para o que se vê no eixo Rio / São Paulo, chegaremos a conclusão de que Salvador não possui boas casas de shows.

O que falta no show business baiano são espaços modulares para que haja evento de 1.000 a 15.000 pessoas.

Um ambiente altamente climatizado, fechado e com estrutura diferenciada tais como as casas Chevrolet Hall em Recife-PE, Via Funchal em São Paulo e a Vivo Rio no Rio de Janeiro.

Com isso, acabamos perdendo um pouco a oportunidade de assistirmos a grandes espetáculos.

Alguns artistas baianos não fazem shows em Salvador devido a essa tipo de problema, sentimos falta da presença de grandes bandas e cantores nacionais na nossa terra e que hoje permanecem centrados em outras grandes capitais do país.

O poder Público da cidade precisa lembrar que somos uma terra festeira e necessitamos de um bom espaço para eventos.

É de extrema importância a parceria entre Governo e empresariado, afinal de contas, só assim teremos boas casas noturnas em Salvador. 

Deixem seus comentários e sugestões , quem sabe esta cena mude!

Atenciosamente,

Tania Ribas (Promoter) 

 

 


Escrito por TANIA RIBAS às 06h18 AM
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01/12/2008

AGUARDEM EM 2009 NOVIDADES SOBRE O LANÇAMENTO DO 1ª CD E DVD 

 

 TOUR "TODOS OS TEMPOS" DO CANTOR ALÊ MAGALHÃES EM SALVADOR.

 

* ACESSEM O VÍDEO E CONHEÇAM UMA DAS MÚSICAS AUTORAIS DO CANTOR ALÊ MAGALHÃES 

 

"DIGA SIM AO AMOR"

* INTERESSADOS EM CONTRATAR O SHOW DO CANTOR ENTRAR EM CONTATO COM TANIA RIBAS

TANIA RIBAS

 (PROMOTER DE EVENTOS & AGENTE DO CANTOR)


Escrito por TANIA RIBAS às 08h39 PM
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27/07/2008

SUCESSO NO 2° ENCONTRO DE BLUESEIROS DE SALVADOR REALIZADO NO PELOURINHO

PARABÉNS A PRODUÇÃO E A TODOS OS GRANDES MÚSICOS QUE ABRILHANTARAM O 2° ANO DO PROJETO "ENCONTRO DE BLUESEIROS DE SALVADOR" REALIZADO NESTE SABADO - 26/07/2008

AGUARDEM EM 2009 O "3° ENCONTRO DE BLUESEIROS DE SALVADOR" !!!

ABRAÇOS E MUITO SUCESSO A ESTA TURMA DE ALTO NÍVEL MUSICAL.

TANIA RIBAS

(PROMOTER )

 

 

 


Escrito por TANIA RIBAS às 05h37 PM
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28/04/2008

PROJETO ARTE VIVA!

TEXTO E POEMA DA TAÍSSA CAZUMBÁ

Esta poesia foi escrita em homenagem ao Projeto Arte Viva.

 Através da idéia da promoter e idealizadora do projeto Tania Ribas

 É dedicada a todos os artistas participantes, aos espectadores e a todos que estão apoiando o projeto.

Agora eu nasci

A arte está em mim

Não precisa resistir

Ela também está em ti

Então Viva a Arte!

Então na Arte Viva!

Ela está em nossa aAgolma

Na alma do baixista

Do cantor, do compositor.

E do percursionista

Então vamos nos expressar.

Procuramos abrigo?

Aqui é o lugar.

A arte existe para isso:

Para a nossa alma eternizar.

E mesmo que voltemos ao “pó”.

A arte em nossa alma vai continuar.

A noite está tão bela!

Vamos cantar dançar.

Assistir uma nova peça!

Temos platéia e temos o dom.

Quanto vai demorar pra ouvir o som?

Sim... Esta é a grande hora!

Viva a Arte, pois a Arte Viva não demora.

Taíssa Cazumbá


Escrito por TANIA RIBAS às 01h57 AM
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A REVISTA ALTERNATIVA NOS PRESTIGIOU COM UMA BELA MATERIA SOBRE O MEU TRABALHO E OS ARTISTAS DE BLUES,POP, ROCK & COUNTRY QUE AGENCIO EM SALVADOR/BAHIA.

AGRADEÇO A TODA EQUIPE DA REVISTA PELO CARINHO E DESEJO A REVISTA MUITO SUCESSO

TANIA RIBAS


Escrito por TANIA RIBAS às 01h55 AM
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Fechamento de casas de show prejudica bandas
Fonte : Jornal A Tarde, 03/12/2006

Se a batalha pelo underground é ingrata em Nova Iorque, que dirá em Salvador. Como se esforço pouco fosse bobagem por parte das bandas iniciantes na cena pop/rock da capital baiana, uma série de casas de show fecha as portas e restringe os locais para que os novatos possam aprender como se faz rolar as pedras da forma correta.

Em apenas poucos meses, locais de referência como o Tangolomango, na Pituba, o French Quartier, no Jardim dos Namorados, Frankfurt Beer, Miss Modular e Café Calypso, no Rio Vermelho, fecharam as portas por diversos motivos, incluindo entre eles o mais capital de todos: o financeiro. A restrição faz com que as dezenas de bandas do gênero em toda a cidade disputem uma data à tapa nas casas que restam.

É o exemplo da banda Eskaravelho, que teve a preocupação de investir no primeiro CD enviando o trabalho de masterização para um produtor dos Estados Unidos, mas que está com a divulgação do disco presa por falta de locais de apresentação. O guitarrista da banda, Manoel Sancho, conta que não toca há quase dois meses e que não sabe o que fazer para conseguir novas apresentações.

"O grande problema é não conseguir uma divulgação `presencial` para as pessoas, porque o ideal para fazer com que uma banda ganhe fãs é trazê-la até o público", avalia. Para ele, a diminuição de pequenas casas impossibilita a um grupo iniciante a evolução de espaços para formar uma platéia e alcançar as casas mais famosas. "Em alguns locais de shows maiores e mais famosos chegam a nos cobrar R$ 12 mil para uma apresentação no sábado à noite. Ainda dividimos a bilheteria com a casa e não ganhamos um centavo do rendimento da consumação no bar. Assim não dá para pensar em fazer um show com maior projeção, porque não temos como formar público para lotar este espaço", desabafa.
A promoter cultural Tania Ribas, que trabalha com promoção de eventos e bandas na cidade há 10 anos, aponta mais dificuldades na situação do gênero em Salvador. Na sua opinião, a maioria das casas de show da capital chega ao fim porque falha em dois aspectos fundamentais: a divulgação e a estrutura para o artista. "As bandas precisam levar de tudo para fazer um show, desde a bateria até os aparelhos de som de uma forma geral. Além disso, quase nenhuma casa separa uma reserva para a divulgação no espaço. Então não pode haver público”.

A vocalista da banda Desvelo, Ilana Oliveira, concorda com a promoter e expõe a situação de uma forma mais prática. "Muitos lugares exigem que você traga até o som que vai usar. Alugar essa estrutura custa mais de R$ 150, dinheiro que não temos todo dia". A idéia da banda é trabalhar para poder comprar caixas de som e mesas de controle para não depender mais de outras pessoas. Mas como conseguir o recurso? "Nunca temos onde tocar, as casas estão todas lotadas, não conseguimos ganhar nada, só gastamos em ensaios", desanima.

Tania  critica também a posição assumida por alguns donos de casas, que exigem que as bandas escaladas para a grade semanal tragam um grande volume de público para consumir no local. "Se nenhuma casa se abre para que uma banda desenvolva sua qualidade no palco é impossível que ela forme público para consumir lá dentro". A promoter afirma que o fim-da-linha nesta relação é a desmotivação causada na maioria das bandas, que não consegue converter o esforço em frutos financeiros e artísticos.

O público também avalia negativamente o fechamento das casas. Para o estudante Leandro Cunha, de 21 anos, menos casas significa menos diversão na cidade. "Não gosto de ir em shows grandes. Prefiro os alternativos em bares e casas pequenas mesmo. Se as casas não existem eu não vejo show quase nenhum", lamenta. Entretanto, para alguns freqüentadores dos bares os próprios fãs também têm elevada parcela de culpa.
De acordo com a publicitária Helenira Meira, 22 anos, muitas pessoas que integram o público das pequenas casas preferem manter o clima semi-profissional da cena. "Tem gente que não admite que uma banda queira fazer uma coisa mais elaborada e, por causa disso, cobrar um ingresso mais caro. Acham que o underground tem que continuar assim até o fim e que o preço de um ingresso nunca pode ser mais que R$ 5". O resultado, na sua análise, é uma autodesvalorização das bandas, locais de show e da própria música.

Dificuldades - Um dos grandes exemplos de espaço aberto aos novatos, o Café Calypso, que funcionou por quase 10 anos, teve o último evento com bandas no início de novembro. Na ocasião, teve o show interrompido pela Sucom, que alegou falta de estrutura na casa para seguir com a programação sonora. "Colocaram aqui um embargo administrativo e nos aplicaram uma multa. Não tenho como segurar o bar sozinha, então coloquei o espaço para aluguel", conta Lourdes Oliveira da Silva, dona do bar.

Lourdes reclama da atuação dos vizinhos, que fizeram o órgão municipal determinar que a casa só poderia funcionar em dias de sexta-feira e sábado. A administradora reclama do volume de gastos que o bar gera e não pode ser mantido em apenas dois dias de funcionamento. "Quando funcionávamos de segunda a sábado podíamos pagar todas as contas e ainda investir na acústica e melhoria das coisas, mas só com esses dias é impossível".

Continua ...


Escrito por TANIA RIBAS às 01h51 AM
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FECHAMENTO DE CASAS DE SHOWS PREJUDICA BANDAS EM SALVADOR/BA

 A empresária Rosely Cunha, dona do French Quartier, que fechou as portas no dia 1º de novembro, teve problemas parecidos. Com uma estrutura mais voltada ao pop, jazz e blues, o restaurante, que gerava grandes gastos e investia em músicos novos da cidade, não conseguiu o retorno de público necessário. Para ela, Salvador não está preparada para investimentos alternativos às opções culturais dominantes como o Axé.

"Tentamos oferecer à cidade uma estrutura mais aconchegante e com boa música, mas o público de Salvador tem muitos outros gostos com relação a entretenimento e não se dispôs a pagar pelo que oferecíamos. Então quando trazíamos um artista de nome de fora da cidade ou do país não tínhamos o retorno suficiente para cobrir os enormes custos e acabamos impossibilitados de continuar", explica.

Alternativas no alternativo - Com menos opções de apresentar o trabalho, Ilana Oliveira acredita que uma boa estratégia para tocar é associar-se às bandas mais conhecidas da cidade. "A idéia é propor a outras bandas para abrir os shows delas. Assim nós, que não temos muito público, mostramos a banda aos fãs das bandas maiores e assim ainda dá pra conseguir, com sorte, pessoas que gostem", explica.

Para Tania Ribas, uma dose de coragem aos empresários de casas do show faria bem ao cenário do pop/rock em Salvador. A promoter explica que as temporadas de artistas e reservas de datas melhores, como sextas e sábados, aos novatos pode gerar lucro e aumento de qualidade das atrações. "O problema é que as casas não acreditam nas bandas e preferem chamar os mais famosos para o fim-de-semana, freando trabalhos que iam bem".


Já o baixista e produtor Jerry Marlon, que toca na cidade há 23 anos, afima que não tem uma receita para melhorar a situação, mas aposta em propor o fim das reclamações entre os músicos. De acordo com o músico, a união entre as bandas e produtores, antes de tudo, é o que mais faz falta para o cenário do rock em Salvador.

"Devíamos parar de reclamar do Axé e do Pagode porque eles conseguem mais coisas do que nós e sermos mais cooperativos. Temos também que ser mais humildes, pois em Salvador há um excesso de pessoas sem modéstia, cheios de soberba e com a certeza de que são todos ótimos e talentosos músicos. Muitos ainda não são, mas deveriam lutar para ser", critica.

( Lucas Esteves )

DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS !!!

ABRAÇOS

TANIA RIBAS


Escrito por TANIA RIBAS às 01h48 AM
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